quarta-feira, 8 de agosto de 2012


O Circo Corporativo


Quantas vezes não presenciamos todo um trabalho ser destruído com a chegada de um novo líder?

Algumas vezes trata-se de uma mudança de estratégia da empresa mas na sua grande maioria, é o resultado de uma ação que visa única e exclusivamente saciar o ego do executivo em deixar ali, a sua própria marca. Para isto, todo investimento anterior feito - dinheiro da empresa e energia dos funcionários - é jogado na lata do lixo sem o menor constrangimento.

Seguir de onde o antecessor parou, reconhecer os aspectos positivos e aperfeiçoá-los, exige muita inteligencia emocional e competência profissional, o que infelizmente ainda é para poucos hoje em dia.

Assim, é mais fácil apontar os defeitos do que aí está e destruí-lo, para depois tentar construir alguma outra coisa. Melhor ou pior que o anterior, isso não importa nada.

Quem paga? A empresa,  financeiramente – merecidamente - pois é incompetente para frear os anseios narcisistas de seus executivos, escondidos atrás de discursos bem montados e eloquentes.  Os funcionários – não merecidamente – pois se dedicaram para construir algo que hora foi considerado extremamente estratégico e agora são solicitados a abraçar a nova ideia e encontrar energias para implantá-la, sem contestar, para não serem rotulados como resistentes.

E assim, o show continua.


quarta-feira, 16 de maio de 2012

Este poema de Dawna Markova retirado do livro "I Will Not Die an Unlived Life: Reclaiming Purpose and Passion" tem um significado especial para mim.



I will not die an unlived life.
I will not live in fear
of falling or catching fire.
I choose to inhabit my days,
to allow my living to open me,
to make me less afraid,
more accessible;
to loosen my heart
until it becomes a wing,
a torch, a promise.
I choose to risk my significance,
to live so that which came to me as seed
goes to the next as blossom,
and that which came to me as blossom,
goes on as fruit.